terça-feira, 25 de outubro de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
O HETERÔNIMO RICARDO REIS
Médico de profissão, monárquico, viveu emigrado alguns anos no Brasil, educado num colégio de jesuítas, recebeu, pois, uma formação clássica e latinista e foi imbuído de princípios conservadores, elementos que são transportados para a sua concepção poética. Domina a forma dos poetas latinos e proclama a disciplina na construção poética.
Ricardo Reis é marcado por uma profunda simplicidade da concepção da vida, por uma intensa serenidade na aceitação da relatividade de todas as coisas.
Características e Temas
01. Proclama-se neo-pagão
Acima da verdade
Acima da verdade estão os deuses
A nossa ciência é uma falhada cópia
Da certeza que com eles
Sabem que há o Universo.
02. O Destino apregoando a sua crença nos deuses e no fatum (destino), que está acima deles e que os comanda.
Cada um cumpre o destino que lhe cumpre,
E deseja o destino que deseja;
Nem cumpre o que deseja,
Nem deseja o que cumpre.
03. Ricardo Reis era discípulo de Alberto Caeiro, são formas distintas do Sensacionismo
Mestre, são plácidas
Todas as horas
Que nós perdemos,
Se no perdê-las,
Qual numa jarra,
Nós pomos flores.
04. . Epicurista (na busca dos prazeres moderados, na fuga à dor e na defesa da ataraxia, que não é mais do que a busca da felicidade com a tranqüilidade).
De Aristóteles falando.
Mas Epicuro melhor
Me fala, com a sua cariciosa voz terrestre
Tendo para os deuses uma atitude também de deus,
Sereno e vendo a vida À distância a que está.
05. Carpem diem - Versa o tema horaciano do carpe diem, isto é, do aproveitar o momento presente, o prazer de cada instante.
Breve o dia, breve o ano, breve tudo.
Não tarda nada sermos.
Isto, pensado, me de a mente absorve
Todos mais pensamentos.
O mesmo breve ser da mágoa pesa-me,
Que, inda que mágoa, é vida
06. Neolássico - Utiliza, com freqüência, um tom moralista, convidando à aceitação calma da ordem das coisas
É tão suave a fuga deste dia, Lídia,
que não parece, que vivemos.
Sem dúvida que os deuses
Nos são gratos esta hora,
Em paga nobre desta fé que temos
Na exilada verdade dos seus corpos
Nos dão o alto prêmio
De nos deixarem ser
Convivas lúcidos da sua calma,
07. Sensacionismo – Efemeridade Preconiza a carência das idéias dogmáticas e filosóficas como meio de manter-se puro e sossegado;
No ciclo eterno das mudáveis coisas
Novo inverno após novo outono volve
À diferente terra
Com a mesma maneira.
Cada dia sem gozo não foi teu
Foi só durares nele.
Quanto vivas Sem que o gozes, não vives.
08. Anticristão:
Não a Ti, Cristo, odeio ou te não quero.
Em ti como nos outros creio deuses mais velhos.
Só te tenho por não mais nem menos
Do que eles, mas mais novo apenas.
09. Amor platônico
Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz, Nem invejas que dão movimento demais aos olhos, Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria, E sempre iria ter ao ar.
Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as
No colo, e que o seu perfume suavize o momento - Este momento em que sossegadamente não cremos em nada,
Estilo/ Linguagem:
· Utilização de um estilo laboriosamente construído, de uma linguagem erudita e alatinada no vocabulário e na sintaxe.
· Recurso às frases subordinadas.
· Uso do hipérbato, da metáfora, do eufemismo e da comparação.
· Recurso ao gerúndio e ao imperativo (ou conjuntivo com valor de imperativo) com caráter exortativo, ao serviço do tom sentencioso e do caráter moralista da sua poesia.
· Utilização da ode, ao estilo de Horácio.
Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio
Vem sentar-te comigo Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlacemos as mãos.)
Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
Mais longe que os deuses.
Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer nao gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
E sem desassosegos grandes.
Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz,
Nem invejas que dão movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
E sempre iria ter ao mar.
Amemo-nos tranquilamente, pensando que podiamos,
Se quise'ssemos, trocar beijos e abrac,os e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
Ouvindo correr o rio e vendo-o.
Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as
No colo, e que o seu perfume suavize o momento -
Este momento em que sossegadamente nao cremos em nada,
Pagãos inocentes da decadência.
Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-as de mim depois
Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,
Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos
Nem fomos mais do que crianças.
terça-feira, 31 de maio de 2011
LEITURAS PSS 2012-2ª FASE
2. Lirismo (religioso e amoroso) e a sátira de Gregório de Matos Guerra.
3. Arcadismo em poemas líricos de Bocage.
4. Romantismo - Leitura dos poemas “Navio Negreiro”, de Castro Alves, e “I-Juca-Pirama”, de Gonçalves Dias.
5. Realismo, Naturalismo e Parnasianismo
5.1. Leitura dos contos “Desilusão” e “Que bom marido”, do volume Contos Paraenses, de Marques de Carvalho;
5.2. Leitura das crônicas “Trabalho feminino”, “Antônio Conselheiro”, “Prostituição infantil” e “Recenseamento”, de Olavo Bilac.
6. Simbolismo - Leitura de poemas de Camilo Pessanha e Cruz e Sousa.
7. Modernismo
7.1. Leitura do conto “O carro dos milagres”, de Benedicto Monteiro;
7.2. Leitura de Primeira manhã, de Dalcídio Jurandir;
7.3. Leitura do romance A viagem do elefante, de José Saramago;
domingo, 29 de maio de 2011
Atenção 3ª ANO! Dicas para o teste de Redação
A presidente Dilma ou a presidenta Dilma?
Essa pergunta é motivo de muita polêmica.Há uma explicação para isso: a eleição da primeira mulher à Presidência da República, Dilma Rousseff. Gramaticalmente as duas formas estão corretas. Ou seja, pode ser “a presidente Dilma” e “a presidenta Dilma”. Neste momento, sem dúvida “a presidente” é a mais comum. E, se olharmos para o passado da língua, é a mais lógica. Palavras que vieram do particípio presente do latim, normalmente terminadas em -ante, -ente e -inte, são invariáveis. O que identifica é o artigo ou outro determinante: o/a amante, o/a gerente, meu/minha presidente. A língua, contudo, nem sempre é lógica. Muitas vezes ela foge do controle e revela uma face inventiva indiferente às regras. Isso ocorreu, por exemplo, com “comediante”, que ganhou o feminino “comedianta”; com “infante”, que ganhou “infanta”; com “parente”, que ganhou “parenta”; e com “presidente”, que ganhou “presidenta”. A Lei Federal nº 2.749/56 diz que o emprego oficial de nome designativo de cargo público deve, quanto ao gênero, se ajustar ao sexo do funcionário. Por tudo isso, defendemos a adoção do feminino “a presidenta”. Apesar de neste momento a maioria, pelo que mostra a imprensa, preferir “a presidente”. Intuímos, porém, que ocorrerá no Brasil o mesmo que sucedeu com dois vizinhos nossos. Na Argentina, Cristina Kirchner começou sendo chamada de “la presidente” e hoje é “la presidenta”. O mesmo ocorreu com Michelle Bachelet, no Chile, que terminou o mandato como “la presidenta”. O tempo dirá se nossa intuição estava certa.
JOGOS DE LÍNGUA PORTUGUESA
terça-feira, 24 de maio de 2011
A FESTA DAS FIGURAS
A Metáfora ofereceu uma festa nos salões de sua casa de campo semântico. Entre a lista dos presentes figuravam várias personalidades de Linguagem Figurada : a Metonímia, a Antítese, a Hipérbole e outras menos cotadas e conotadas. Como anfitriã, a Metáfora queria fazer boa figura e ia de um campo semântico para outro a todo instante, atribuindo sempre um outro sentido a tudo que fazia. Dona Hipérbole logo se fez notada, sempre escandalosa e a fim de impressionar vestindo um longo de mil bordados, mas foi muito criticada pela Comparação xereta como as lavadeiras, e que vivia fazendo comparações dos outros. A Antítese, ora triste, ora alegre, servia com doçura os salgadinhos da festa. Durante a festa foi apresentado um número de mágicas com a famosa Prosopopéia, que faz todos os objetos inanimados andarem de um lugar para outro como se tivessem vida. Caso lamentável, foi o do jovem hipérbato sempre apressadinho, precipitando-se em antecipar tudo, especialmente, termos da oração, a calma parece que lhe falta. No meio da festa, pondo-se na frente do garçom, a bandeja que ele levava derrubou. Quando isto aconteceu, a Madame Gradação, tão moderada e metódica, deu aos poucos olhares de constrangimento, de desdém, de aborrecimento, de ira. Tal tumulto deu origem a que o livro de figuras da Senhora Metáfora desaparecesse e quando o Senhor Eufemismo foi chamado para investigar o caso, não contradisse sua fama de pessoa bondosa, que procurava ver a realidade por um lado mais suave, mais brando, e retrucou que não acreditava que ali alguém fosse capaz de se apropriar do alheio. Mal se falou em injustiça, surgiu a figura da Silepse, que, sempre voltada à concordância ideológica, subiu na mesinha e fez um discurso político : "As figuras estamos enganadas em querer mudar o sentido do mundo. Estes dão gestos da arraia miúda que querem ter problemas. Aqui não há injustiça. A gente devia ficar até satisfeitos ..." Nisto foi interrompida pela Ironia, que aplaudia freneticamente, murmurando : "Que retórica ! Que voz da verdade ! " Há quem diga que a Ironia estava gozando, mas é próprio da Ironia dizer o contrário do que se diz. Mas a Doutora Perífrase não vendo ali nenhum deboche, aproveitou o ensejo para se manifestar também, pois foi só ouvir a palavra retórica que se sentiu sensibilizada e aproveitou esta : "Senhoras e senhores, cara anfitriã mãe das figuras, a justiça única é a justiça do Criador de todas as coisas... blá, blá, blá..." No jardim, a Metonímia não ouvia o discurso tão entretida que estava com o seu último caso. Como tinha casos a Metonímia ! Segundo a Hipérbole, já passava da casa do milhar. Este seu caso já era meio idoso, era um figurão, um tanto esquisito. Durante toda a festa subia para cima e descia para baixo várias vezes. Há pouco tinha acabado de sair para fora do salão e se dedicava à Metonímia. Esta bebia copos e mais copos de vinho enquanto beliscava um Roquefort. Como mulher ambiciosa, pensava. Encontrava no Pleonasmo um par que só lhe daria certezas e boa música, pois ele era um piano de primeira. Feminina e esperta como toda saia que se preza, a Metonímia era a juventude que o Sr. Pleonasmo desejava. Seu antigo caso, a Catacrese, já estava cansada para o amor, tanto que durante a festa dormiu nos braços da cadeira, com a cabeça enterrada nas mãos. Só no final da festa é que a Metáfora, sentindo-se cansada de tanto mudar de figura para agradar os convidados, em sentido figurado desmaiou, perdeu o sentido.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
PRÊMIO VIVALEITURA/2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
.100 Anos de vírgula...
Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI
(Associação Brasileira de Imprensa).
Vírgula pode ser uma pausa...
ou não.
Não, espere.
Não espere..
Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!
Uma vírgula muda tudo.
Detalhes Adicionais:
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.
* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
MUITO INTERESSANTE!
Ernani Pimentel
1 Substantivo representa uma ideia-base, nomeia seres (homem, pedra, água, rio, comida...) e caracteríscas ou qualidades de seres, vistas como ideia-base (utilidade, amabilidade, largura, beleza...)
2 Adjetivo representa ideia acompanhante, caracteriza o substantivo e com ele concorda em gênero e número, com exceção dos adjetivos uniformes (útil, amável...), que só concordam em número.
3 Como saber se as palavras "altura", "largura", "beleza"..., que designam características de seres, são substantivos ou adjetivos?
4 Sabendo que "homem" e "mulher" são substantivos, tome-as no plural e veja se "altura" concorda com elas: "homens altura, mulheres altura"... Como não concorda com os substantivos "homens" e "mulheres", sabe-se que "altura" é também substantivo, porque substantivo não casa (não concorda) com substantivo. Qual, então, o adjetivo correspondente ao substantivo "altura"? Alto? Vejamos... "homens altos"," mulheres altas"... isso! "Alto" casa com o substantivo, portanto, é adjetivo.
5 Veja agora se "largura" e "beleza" são substantivos ou adjetivos: "homens larguras", "mulheres larguras", "homens belezas", "mulheres belezas"... a conclusão é que "largura" e "beleza" não podem concordar com o substantivo, por isso são substantivos. Que adjetivos correspondem a eles? Se disser "homens largos", "mulheres largas", "homens belos", "mulheres belas" e que os adjetivos buscados são "largo" e "belo", acertou.
6 Conclusão: em gramática não há casamento homo, só hetero e tradicional: sem ferir o respeito devido, assim diz o antigo testamento gramatical: o adjetivo foi feito da costela do substantivo, para com ele casar e concordar.
7 Teste com: fidelidade, fiel; harmonia, harmonioso; gentileza, gentil; equilíbrio, equilibrado; consciência, consciente.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
CONSTRUA UMA BOA REDAÇÂO PARA O ENEM
A construção de um bom texto faz diferença em qualquer vestibular. Disso ninguém duvida. No Enem, porém, uma situação específica pode fazer com que os candidatos que dominam a carpintaria da produção textual se saiam melhor. A redação, então, passa a ganhar um peso decisivo, podendo separar “a pedra da areia”. Por isso, prepare-se: reforce o concreto linguístico, acumule tijolos de informação e simule várias vezes a verdadeira obra que é um texto. Confira, as dicas para se destacar na multidão de concorrentes.
Atenção ao enunciado!
Antes mesmo de pegar na caneta para escrever, leia os textos de apoio e o enunciado. Procure entender bem o que a questão pede.
Elabore a planta da sua construção
Alguns preferem fazer mentalmente, outros no canto da folha, mas é sempre bom esboçar a estrutura do texto antes de começar a escrever.
De que lado do muro você está?
Defina sua opinião em relação ao tema e a exponha o quanto antes. Não se preocupe: a sua posição, em si, não será avaliada. O que está em questão é a sua capacidade de construir um texto dissertativo e argumentar para convencer o leitor.
Liste os pilares de sustentação
Tenha pelo menos dois argumentos, sejam eles a favor, contra ou de ambos os lados da discussão. Quanto mais concretos forem, melhor, e é necessário que eles se relacionem para que o texto não vire uma enumeração de exemplos.
Faça o acabamento
A conclusão deve trazer uma hipótese de solução para o problema. Evite generalismos como “se todos fizerem sua parte o mundo melhora”. Procure novamente ser concreto, evite expor ideias novas nesse momento e não repita a introdução
Fique de olho no que acontece pelo mundo
A redação cobra tradicionalmente temas relacionados a fatos da atualidade e do cotidiano. Portanto, para argumentar bem é necessário estar bem informado sobre o que acontece pelo mundo. Ler jornais, revistas, sites de jornais na internet, ver programas jornalísticos na televisão e escutar rádios de notícias pode ajudar.
SELEÇÃO DOS PROFESSORES PARA CORREÇÂO DAS REDAÇÕES DO ENEM
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) recebe as incrições para formação de um cadastro nacional de corretores de redação para a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Podem se candidatar professores que tenham curso superior em letras-língua portuguesa e pelo menos dois anos de experiência, desde que não tenham cônjuge, filho, dependente legal ou qualquer outro parente de primeiro grau inscrito no exame.
A seleção é feita pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe), da Universidade de Brasília (UnB), com base nos dados fornecidos. Após a seleção preliminar, os inscritos encaminham cópias de documentos comprobatórios, como diploma reconhecido pelo Ministério da Educação e comprovante de regência emitido pela instituição de ensino em que leciona ou lecionou.
A intenção do Inep, órgão responsável pelo Enem, é formar um banco unificado de corretores de redação, com cinco mil professores cadastrados. O banco dará agilidade à correção. Os corretores passam por treinamento no Cespe em Brasília, Rio de Janeiro e Fortaleza.
O sistema de corretores está estruturado com um coordenador nacional e 180 supervisores. A cada supervisor estarão vinculados 28 corretores.
Correção — Todas as redações são levadas para Brasília, onde são escaneadas com um código para posterior identificação — o cabeçalho, com a identificação do aluno, não é escaneado. Cada supervisor recebe, via internet, determinado número de redações e as repassa aos corretores — cada redação é repassada a dois corretores, nunca ligados ao mesmo supervisor. Após a correção, o sistema apura, automaticamente, aquelas que têm notas discrepantes. Essas redações são enviadas a um terceiro corretor, que não sabe as notas dadas anteriormente. A nota final dessa redação será dada pelo terceiro corretor. É considerada com nota discrepante a redação que, numa escala até 10, teve avaliação com diferença igual ou maior que 5 pontos.
Inscrição — Para se inscrever, o interessado deve preencher o cadastro e o questionário disponíveis na página eletrônica do Inep.
REFLEXÂO
Se passarmos todo o tempo desejando as borboletas e reclamando porque elas não se aproximam da gente, embora vivam no jardim do nosso vizinho, elas realmente não virão. Mas, se nos dedicarmos a cuidar do nosso jardim, a transformar o nosso espaço (a nossa vida) num ambiente agradável, perfumado e bonito, será inevitável; as borboletas virão até nós.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
JOGO DE LITERATURA
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
ETERNO!
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
VOCÊ RESPEITA AS DIFERENÇAS?
Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas.
SABE DE UMA COISA?
Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por DEUS.
Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.
RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO.